terça-feira, 19 de junho de 2012

Sagrado Coração de Jesus

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
V. Vinde, ó Deus em meu auxílio.
R. Socorrei-me sem demora.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Aleluia.

Coração, arca santa, guardando não a lei que aos antigos foi dada, mas o dom duma nova Aliança, no perdão e na graça firmada. Coração, sois o novo Sacrário da Aliança do céu com a terra, Templo novo, mais santo que o velho, véu que o Santo dos Santos encerra.

Vosso lado por nós foi aberto, revelando ao olhar dos mortais as raízes do amor invisível, da ternura com que nos amais. Sois sinal do amor infinito de Jesus, que por nós se entregou, e na cruz, sacerdote perfeito, a perfeita oblação consumou.

Tal amor, haverá quem não ame? Quem lhe possa ficar insensível? Quem não busque, na paz deste lado, o refúgio, a morada invisível? Esta graça esperamos do Pai e do Espírito Santo também: no fiel Coração de Jesus para sempre habitarmos. Amém.

Fonte: Grupos da Terra

A pa(lavra) - Junho de 2012 “Não vos deixarei órfãos; Eu voltarei a vós”! (Jo 14,18)

A quebra na unidade interna pode acontecer quando, de repente, ou já previamente avisado, alguém se vê num momento de descontinuidade acerca do que nem queria que viesse acontecer. Por alguns fatos, pode alguém ser surpreendido; por outros, através de sinais, já poderia ter sido avisado. Acontecimentos falam; precisam ser ouvidos. Internos são os movimentos da alma. Sinais externos precisam ser lidos, como um texto do qual emergem recados. Uma determinada tendência de encaminhamentos em uma precisa direção, quando começa a acontecer, pode resultar em algo (in)desejável de que é possível ainda precaver-se. A tendência de teu coração mostra também o que, internamente, há em mutação. Está em ti, afinal de contas, decidir. Informações tu podes ter, mas a ti, tão-somente a ti, compete a última palavra, o encaminhamento do que te concerne vir acontecer.

    Para tomar posição, terás, por vezes, que contrariar certos elementos, transitórios ou permanentes, interna ou externamente, malgrado lhes estejam afeito o teu coração. Pode acontecer, contrariamente, então, ser preciso afastar-te ou aproximar-te de coisas que, malgrado valiosas sejam, (in)devidas são acerca do prioritário que tem sido e ainda há ser (e se de ti depender, será?).

     Oásis em meio a desertos há de se encontrar. Eles lá estão. Importante é tanto partir quanto ficar. A questão está no momento que, para ser claro, há que se discenir. Prós e contras, em tudo, sempre haverá. Exteriormente a ti estão ou até podem vir a estar. A questão que se coloca é esta: tu precisas administrar-te interiormente a fim de administrar-te exteriormente e não deixar, em nenhuma situação, indevidas arestas, como aquelas em que te arriscas neste presente. Pressentes?

Fonte: Padre Airton Freire

Santos: Fonte e Origem da Renovação da Igreja

São Romualdo,

Nasceu em Ravena (Itália) no ano de 952. Deixou-se influenciar livremente numa vida distante do Evangelho. Sua juventude era feita de caça, exercícios bélicos e diversões. A diversão era o centro de sua vida. A vaidade era o seu deus. Uma vida sem sentido acompanhava aquele jovem. Um acontecimento foi o ponto da "virada" em sua história: seu pai tinha um temperamento nervoso e matou, na presença de Romualdo, um inimigo pessoal. Foi nesta altura que Romualdo percebeu os caminhos e ambições que a sua família vivia, e começou a repensar sua história, ao ponto de se dirigir para uma alta montanha e lá conhecer um Mosteiro Beneditino, onde pediu acolhida para reflexão. Ficou ali durante três anos e tornou-se monge. Saiu das vaidades do mundo e encontrou em Deus o sentido para tudo. Deus quis dele ainda mais: fez dele fundador da Ordem Camaldulense, marcada pelo silêncio, pelo trabalho e pela penitência. São Romualdo formou dois homens em sua Ordem que se tornaram Papas. Com 75 anos, já estava consumido na vivência do carisma de sua Ordem. Viveu a radicalidade do Evangelho pela ação do Espírito Santo. Peçamos a transformação de nosso coração e que Jesus seja o centro de nossa vida.

São Romualdo, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Oração de Santa Gertrudes

Cada vez que é rezada são libertadas 1.000 almas do Purgatório. 
Eterno Pai, ofereço-Vos o Preciosíssimo Sangue do Vosso Divino Filho Jesus, em união com todas as Missas que hoje são celebradas em todo o mundo, por todas as Santas Almas do Purgatório, pelos pecadores em todos os lugares, pelos pecadores na Igreja Católica, pelos pecadores em todas as outras Igrejas, pelos de minha casa e meus vizinhos.
Amém! 
Coração de Jesus, fonte de Amor, que abrasais os corações:
Convertei os pecadores! Salvai os moribundos! E aliviai as Almas do Purgatório!

Fonte: Livro Orações com Deus

Santos: Fonte e Origem da Renovação da Igreja

São Gregório Barbarigo,

Nasceu em Veneza no ano de 1625 dentro de uma família nobre, que proporcionou a ele uma formação intelectual muito boa e também integral. Ele conheceu o Cristianismo através do testemunho de sua família. Seguir a Cristo supõe renúncia, cruz, decisões grandes e pessoais. No meio dos estudos ele se tornou um diplomata europeu e, ali, dava testemunho de Igreja e Cristianismo, mas dentro de si havia o chamado ao sacerdócio. Deixou tudo: bens e carreira e foi ordenado sacerdote. Tornou-se cada vez mais um servo na Igreja e foi escolhido para ser assessor do Papa. Não demorou muito e ele foi ordenado Bispo de Bérgamo (onde fez um maravilhoso trabalho apostólico). Em seguida foi transferido para Pádua, onde cuidou principalmente da formação do Clero, para colocar em prática todas as decisões do Concilio de Trento. Era um homem de oração. Não existirá um santo na Igreja que não tenha vivido seriamente a vida penitencial e a vida de oração. São Gregório era um homem de grandes atividades, porque tinha grande intimidade com o Senhor. Tantos trabalhos teve que, com 72 anos, foi atestada a sua morte. Morreu de tanto trabalhar.

São Gregório Barbarigo, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Livro - Quarto Capítulo 4 - Dos admiráveis frutos colhidos pelos que comungam devotamente

1. Senhor, meu Deus! Preveni vosso servo com as bênçãos de vossa doçura, para que mereça digna e devotamente chegar-me a vosso augusto Sacramento. Despertai meu coração para vós e tirai-me deste profundo entorpecimento. "Visitai-me com vossa graça salutar" (Sl 105,4), para que goze em espírito vossa doçura, que com abundância está oculta neste Sacramento, como em sua fonte. Iluminai também meus olhos para contemplar tão alto mistério, e fortalecei-me para crer nele com fé inabalável. Porque é obra vossa e não de poder humano, sagrada instituição vossa, não invenção dos homens. Ninguém, com efeito, se si mesmo é capaz de conceber e compreender este mistério, que transcende à própria inteligência dos anjos. Que, pois, poderei eu, pecador indigno, pó e cinza, investigar e compreender de tão alto e sagrado mistério? 
2. Senhor, na simplicidade do meu coração, com firme e sincera fé, e obedecendo a vosso mandado, me aproximo de vós com esperança e reverência e creio verdadeiramente que estais presente aqui no Sacramento, Deus e homem. Pois quereis que vos receba e me uno convosco em caridade. Por isso imploro vossa clemência e vos suplico a graça particular de que todo me desfaleça em vós e me consuma em amor, sem mais cuidar de nenhuma outra consolação. Porque este altíssimo e diviníssimo Sacramento é a saúde da alma e do corpo, remédio de toda enfermidade espiritual; cura os vícios, reprime as paixões, vence ou enfraquece as tentações, comunica maior graça, corrobora a virtude nascente, confirma a fé, fortalece a esperança, inflama e dilata a caridade. 
3. Muitos bens condedestes e concedeis ainda a miúdo aos vossos amigos, neste Sacramento, quando devotamente comungam, ó Deus meu, amparo da minha alma, reparador da humana fraqueza e dispensador de toda consolação interior. Porque lhes infundis abundantes consolações contra várias tribulações e os levantais do abismo do próprio abatimento à esperança da vossa proteção e os recreais e iluminais interiormente com a nova graça, de sorte que os mesmos que antes da comunhão se sentiam inquietos e sem afeto, depois de recreados com o manjar e a bebida celestiais se sentem melhorados e fervorosos. Tudo isso prodigalizais aos vossos escolhidos, para que verdadeiramente conheçam e evidentemente experimentem quanta fraqueza têm em si mesmos e quanta bondade e graça alcançam de vós. Pois de si mesmos são frios, tíbios e insensíveis; por vós, porém, tornam-se fervorosos, alegres e devotos. Quem, porventura, se chegará humilde à fonte da suavidade, que não receba dela alguma doçura? Ou quem, junto de um grande fogo, deixará de sentir algum calor? E vós sois a fonte sempre cheia e abundante; o fogo que sempre arde sem jamais se apagar.
4. Por isso, se me não é dado haurir da plenitude desta fonte, nem beber até me saciar, chegarei, todavia, meus lábios ao orifício do canal celeste, a fim de que receba daí ao menos uma gota, para refrigerar minha sede e não morrer de secura. E se não posso ainda ser todo celestial, nem tão abrasado como os querubins e serafins, contudo me empenharei por permanecer na devoção e dispor meu coração, para que pela recepção humilde deste vivificante Sacramento receba ao menos uma tênue faísca do divino incêndio. O que me falta, porém, ó bom Jesus, Salvador santíssimo, supri-o pela vossa bondade e graça, pois vos dignastes chamar-nos todos a vós, dizendo: Vinde a mim todos que penais e estais sobrecarregados, e eu vos aliviarei. 
5. Na verdade, eu trabalho com o suor do meu rosto, sou atormentado com angústias do coração, estou carregado de pecados, molestado de tentações, embaraçado e oprimido com muitas paixões e não há ninguém que me ajude, livre ou salve, senão vós, Senhor Deus, Salvador meu, a quem me entrego, com tudo o que me pertence, para que me guardeis e leveis à vida eterna. Recebei-me para honra e glória de vosso nome, pois me preparastes para a comida e bebida o vosso corpo e sangue. Concedei-me, Senhor Deus, Salvador meu, que com a frequência de vosso mistério se me aumente o fervor da devoção.

Fonte: Livro Imitação de Cristo

Santos: Fonte e Origem da Renovação da Igreja

São Fernando,

Nasceu na Espanha, no ano de 1198, na família real. Fugiu daquilo que poderia perverter sua vida moral e tinha grande amor a Virgem Santíssima, pelo fato de ter ficado muito enfermo quando criança, e, através da intercessão de Nossa Senhora ele recuperou a saúde. Foi um jovem mariano e eucarístico. Fernando descobriu sua vocação ao matrimônio e casou-se com Beatriz. Teve 13 filhos. Assumiu o reinado e não descuidou de seu povo, tratando-os como filhos, em especial os pobres. Viveu um reinado justo marcado pela fé, caridade e esperança. Com a saúde fragilizada aos 54 anos, pegou uma grave enfermidade, recebeu os Sacramentos e quis comungar Jesus Eucarístico de joelhos, num ato de adoração. Abraçou a cruz, aconselhou os filhos e partiu para a Glória.
São Fernando, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

terça-feira, 29 de maio de 2012

Provérbios XI

1. A balança fraudulenta é abominada pelo Senhor, mas o peso justo lhe é agradável. 2. Vindo o orgulho, virá também a ignomínia, mas a sabedoria mora com os humildes. 3. A integridade dos justos serve-lhes de guia; mas a perversidade dos pérfidos arrasta-os à ruína. 4. No dia da cólera a riqueza não terá proveito, mas a justiça salva da morte. 5. A justiça do homem íntegro aplana-lhe o caminho, mas o ímpio se abisma em sua própria impiedade. 6. A justiça dos retos os salva, mas em sua própria cobiça os pérfidos se prendem. 7. Morto o ímpio, desaparece sua esperança, a esperança dos iníquos perecerá. 8. O justo livra-se da angústia; em seu lugar cai o malvado. 9. Com os lábios, o hipócrita arruína o seu próximo, mas os justos serão salvos pela ciência. 10. Com a felicidade dos justos, exulta a cidade; com a perdição dos ímpios solta brados de alegria. 11. Uma cidade prospera pela bênção dos justos, mas é destruída pelas palavras dos maus. 12. Quem despreza seu próximo demonstra falta de senso; o homem sábio guarda silêncio. 13. O perverso trai os segredos, enquanto um coração leal os mantém ocultos. 14. Por falta de direção cai um povo; onde há muitos conselheiros, ali haverá salvação. 15. Quem fica por fiador de um estranho cairá na desventura; o que evita os laços viverá tranqüilo. 16. Uma mulher graciosa obtém honras, mas os laboriosos alcançam fortuna. 17. O homem liberal faz bem a si próprio, mas o cruel prejudica a sua própria carne. 18. O ímpio obtém um lucro falaz, mas o que semeia justiça receberá uma recompensa certa. 19. Quem pratica a justiça o faz para a vida, mas quem segue o mal corre para a morte. 20. Os homens de coração perverso são odiosos ao Senhor; os de conduta íntegra são objeto de seus favores. 21. Na verdade, o iníquo não ficará impune, mas a posteridade dos justos será salva. 22. Um anel de ouro no focinho de um porco: tal é a mulher formosa e insensata. 23. O desejo dos justos é unicamente o bem; o que espera os ímpios é a cólera. 24. Há quem dá com liberalidade e obtém mais. Outros poupam demais e vivem na indigência. 25. A alma generosa será cumulada de bens; e o que largamente dá, largamente receberá. 26. O povo amaldiçoa o que esconde o trigo, mas a bênção virá sobre a cabeça dos que o vendem. 27. Quem investiga o bem busca o favor; o que busca o mal será por ele oprimido. 28. Quem confia em sua riqueza cairá, enquanto os justos reverdecerão como a folhagem. 29. O que perturba sua casa herda o vento, e o néscio será escravo do sábio. 30. O fruto do justo é uma árvore de vida; o que conquista as almas é sábio. 31. Se o justo recebe na terra sua recompensa, quanto mais o perverso e o pecador!

Fonte: Bíblia Ave Maria

Santos: Fonte e Origem da Renovação da Igreja

São Maximino, 

Nasceu na França no século IV e muito cedo sentiu o chamado a vida sacerdotal. Sucedeu Agrício e teve que combater o Arianismo, que confundia muitos cristãos. São Maximino apoiou Santo Atanásio nessa luta, sofreu com ele, e se deparou até com o Imperador. Bispo da Igreja, viveu seu magistério e serviço à Palavra sob ataques, mas não conseguiram matá-lo. Viveu até o ano de 349 deixando este testemunho e convocação: sermos cooperadores da verdade. O santo de hoje é um ícone do amor a Cristo, à Igreja e à Verdade. 

São Maximino, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Livro - Quarto Capítulo 3 - Da utilidade da comunhão freqüente

1. Eis que venho a vós, Senhor, para aproveitar-me de vossa munificência, e deliciar-me neste sagrado banquete, que vós, Deus meu, preparastes, na vossa ternura, para o pobre. Em vós se acha tudo o que posso e devo desejar; vós sois minha esperança, fortaleza honra e glória. Alegrai, pois, hoje, a alma de vosso servo, porque a vós, Senhor Jesus, levantei a minha alma. Desejo receber-vos agora com devoção e reverência; desejo hospedar-vos em casa, para que, com Zaqueu, mereça ser abençoado e contado entre os filhos de Abraão. Minha alma suspira por vosso corpo; meu coração deseja ser convosco unido. 

2. Dai-vos a mim e estou satisfeito; porque sem vós nada me pode consolar. Sem vós não posso estar, e sem vossa visita não posso viver. Por isso muitas vezes devo achegar-me a vós e receber-vos para remédio de minha salvação, a fim de não desfalecer no caminho quando estiver privado deste alimento celestial. Assim vós mesmo o dissestes uma vez, misericordiosíssimo Jesus, quando pregáveis e curáveis diversas enfermidades: "Não os quero despedir em jejum, para que não desfaleçam no caminho"(Mt 15, 32). Fazei também do mesmo modo comigo, pois ficastes neste Sacramento para consolação dos fiéis. Vós sois a suave refeição da alma, e quem dignamente vos receber se tornará participante e herdeiro da glória eterna. A mim, que tantas vezes caio e peco, tão depressa afrouxo e desfaleço, mui necessário me é que, com a oração, confissão e comunhão freqüente, me renove, purifique e afervore, para não abandonar meus santos propósitos, abstendo-me da comunhão por mais tempo. 

3. Pois "os sentidos do homem estão inclinados para o mal desde a sua adolescência (Gên 8,21), e se não o socorre o remédio celestial, logo cai o homem de mal em pior. Porque, se agora, comungando ou celebrando, sou tão negligente e tíbio, que seria se não tomasse este remédio e não buscasse tão poderoso conforto? E ainda que não esteja, todos os dias, preparado, nem bem disposto para celebrar, contudo me quero esforçar para, nos tempos convenientes, receber os sagrados mistérios e tornar-me participante de tanta graça. Porque, enquanto a alma fiel, longe de vós, peregrina neste corpo mortal, a única e principal consolação para ela é - que muitas vezes se lembre do seu Deus e receba devotamente o seu Amado. 

4. Ó maravilhosa condescendência de vossa bondade para convosco, que vós, Senhor Deus, Criador e vivificador de todos os espíritos, vos dignais de vir à minha pobre alma e saciar-lhe a fome com toda a vossa divindade e humanidade! Ó ditoso coração, ó alma bem-aventurada, que merece receber-vos com devoção a vós, seu Deus e Senhor, e nesta união encher-se de gozo espiritual! Oh! que grande Senhor recebe, que amável hóspede agasalha, que agradável companheiro acolhe, que fiel amigo aceita, que formoso e nobre esposo abraça, mais digno de ser amado que tudo o que se ama e deseja! Dulcíssimo Amado meu, emudeçam diante de vós o céu e a terra com todos os seus ornatos; porque tudo o que têm de brilho e beleza é dom de vossa liberalidade e não chega a igualar a glória de vosso nome, "cuja sabedoria não tem medida" (Sl 146,5).

Fonte: Livro Imitação de Cristo

Santos: Fonte e Origem da Renovação da Igreja

São Germano, 

Seu nome quer dizer 'irmão'. Nasceu em 378 na França. Foi muito cedo para os estudos e acabou estudando Direito em Roma. Mas, seu grande desejo, era o de viver o Santo Evangelho. E foi pautando a sua vida na Palavra do Senhor. Homem de oração e escuta, era dócil e pronto para renunciar a si mesmo e optar pelo querer de Deus. Germano foi visitado pela Divina Providência. Foi eleito governador da alta Itália mas, de repente, com a morte do Bispo em sua terra natal, o povo e o clero o escolheram Bispo. São Germano renunciou à sua vontade e quis a vontade de Deus para sua vida. Promoveu a vida monástica e a evangelização na França. Foi um apóstolo de Jesus Cristo. cheio do Espírito Santo. Com o exemplo deste santo, aprendemos que precisamos viver como verdadeiros irmãos.
São Germano, rogai por nós! 

 Fonte: Canção Nova

domingo, 27 de maio de 2012

Santos: Fonte e Origem da Renovação da Igreja

Santo Agostinho de Cantuária, 

Monge beneditino, viveu em um mosteiro de Roma fundado por São Gregório Magno. Santo Agostinho na Grã- Bretanha exerceu santamente sua missão de levar muitos à santidade e assim santificar-se. O Papa São Gregório enviou missionários para anunciar a Boa Nova nas Ilhas Britânicas, 40 monges estavam sob o comando de Agostinho, que corajosamente avançou em direção aos anglo-saxões que possuíam fama de cruéis. Agostinho ao chegar, expôs ao rei sua pregação e pediu-lhe autorização para pregar com seus irmãos. O trabalho de evangelização foi tão fecundo que, em menos de um ano, mais de dez mil pessoas se converteram, inclusive o rei Etelberto. Ajudado sempre pelo Papa, Santo Agostinho, na obediência acolheu as direções do Espírito e foi ordenado Bispo. Com o surgimento de novas necessidades pastorais, tornou-se Arcebispo. Com a ajuda de muitos outros missionários, alcançou a graça da conversão, praticamente para todos da ilha. Entrou na Igreja Triunfante, com outros, em 605. 
Santo Agostinho de Cantuária, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova